O fenômeno do Twitter e a snack culture
Tenho recebido muitas indagações sobre a real utilidade do Twitter, que pode ser definido, à primeira vista, como uma rede social na qual pessoas e amigos descrevem ações e acompanham detalhes do cotidiano de desconhecidos.
O grande trunfo do Twitter é, aparentemente, esse: como em um verdadeiro Big Brother, os usuários matam sua curiosidade ao acompanhar a vida alheia. A tamanha popularidade deste tipo de ferramenta chamou, é claro, a atenção das
empresas, especialmente das áreas de marketing, nas quais os profissionais têm muitas dúvidas sobre a amplitude do Twitter e como ele pode ser utilizado para conectar marcas e consumidores, agregando
vantagens competitivas.
Confesso que, em um primeiro contato, considerei o Twitter bastante inútil. Afinal, o que uma ferramenta em que você fica o tempo todo respondendo a uma única pergunta - o que está fazendo? – pode agregar às marcas? Enfim, qual a
lógica de ler o que os outros estão fazendo e ficar o tempo todo postando o que você está fazendo?
Ao limitar o tamanho dos posts, que inclusive podem ser enviados pelo celular, a ferramenta sai na frente dos blogs – mais rápida e prática para postar mensagens – e se adéqua definitivamente a um fenômeno, descrito na capa da Wired de alguns meses atrás, como Snack Culture - o consumo de conteúdo cada vez mais rápido e superficial e baseado em um
mundo cada vez mais digital.
Isso faz total sentido: o tempo de atenção que dispensamos para um assunto é cada vez menor e a tecnologia tem que se adequar. Os vÃdeos no YouTube, por exemplo, são limitados a dez minutos. Ok! Mas, voltamos ao Twitter, uma alternativa interessante de mÃdia digital para os próximos anos. Como as empresas podem aproveitá-lo? Existem diversas formas, entre as quais vale destacar:
* Prestar serviço, informando, por exemplo, cancelamento de vôos, como fez a Delta.
Estes são apenas alguns exemplos básicos de como o Twitter pode rapidamente ajudar a sua empresa a ganhar ainda mais popularidade e conquistar consumidores. Muitas já aderiram a esta tecnologia e estão, inclusive, substituindo blogs corporativos pelo Twitter. É a snack culture em ação com força total. E se você quer saber mais, não esqueça de me seguir no www.twitter.com/marcelotripoli
Marcelo Tripoli é presidente da agência de marketing digital iThink
3 comentários
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Sou jornalista da Corpbusiness / Revista Inter IT. O artigo está muito bom, bem claro e objetivo. PARABENS.
Recebi o material via Assessoria de Imprensa e fiz a divulgação em nosso site.
Abraco
[...] meu artigo sobre o Twitter (leia aqui) falei sobre a Snack Culture: um fenômeno apresentado pela revista Wired sobre o consumo de [...]
Oi,Marcelo,bom dia! Sou consultora de uma grande rede de educaçao.seu artigo,bastante elucidativo,fez-me querer ”twitar”.VALEU! Abraço.