Soa familiar para você?
Recomendo fortemente o novo livro da Kelly Mooney (uma das fundadoras da agência digital Resource Interactive).
O livro chama The Open Brand e está disponÃvel na Amazon.
No inÃcio ela descreve o contexto da maior parte das ações de marketing dos primeiros anos da Internet:
"Na primeira década da Web a maioria das empresas tradicionais via suas iniciativas online de forma tática. Eles criavam sites básicos que funcionam como catálogos digitais (brochreware) com conteúdo reaproveitado de outras mÃdias e o famoso formulário de fale conosco. Os mais avançados no máximo anunciavam em alguns sites e no Google. O foco sempre foi eyeballs não engajamento do consumidor"
Ela coloca esta situação como passado, web 1.0, básico. Infelizmente por aqui tem muita empresa que ainda abre concorrência brifando exatamente as linhas acima.
Agência digital, interativa e on-line. É tudo a mesma coisa?
Este post está diretamente relacionado ao abaixo que fala sobre o desfile holográfico da Target.
A ação da target é online? Não aconteceu em um espaço fÃsico. É interativa? Não, as pessoas simplemente assistiam. Porém era totalmente digital, baseadas em zeros e uns. Um holograma criado por um software.
Por isso que a iThink se define com uma agência digital pois nem sempre nosso produto será on-line, nem sempre interativo, mas sempre será digital.
New York Times troca receita de US$10 milhões pelo potencial da propaganda on-line
Matéria do Estadão desta semana é mais um exemplo do pujante momento que vive a propaganda on-line. O jornal New York Times decidiu liberar 100% do seu conteúdo abrindo mão de uma receita de assinatura que girava em US$10 milhões por ano.
Um dos motivos que levou a esta decisão foi a análise de tráfego que mostrou que a maioria dos leitores chegavam ao site através de buscadores ou links e não pelo acesso direto. Ou seja, grande parte das pessoas chegava e batia com a cara na porta, pois o conteúdo estava fechado.
O modelo de receita de conteúdo on-line baseado em publicidade envolvendo links patrocinados e mÃdia de display parece que está se consolidando como o que mais funciona na maioria dos casos. Fazer como que um consumidor pague para acessar um conteúdo na Internet é algo cada vez mais difÃcil.
O desafio do Yahoo
Na última semana o fundador do Yahoo Jerry Yang assumiu novamente a direção da empresa com a missão de revigorar a empresa que foi atropelada pelo Google nos últimos meses.
Apesar de liderar o mercado de "display Ads" como banners e vÃdeos os famosos text ads do Google incluiram no jogo da publicidade on-line milhões de pequenos anunciantes que encontraram uma forma simples, sem intermediários, eficiente e barata de anunciar na Internet.
O gráfico abaixo publicado na BusinessWeek mostra um compartivo entre os indicadores das duas empresas. Para o mercado o interessante que a esta disputa traga cada vez mais inovação e melhores soluções para agências e anunciantes.
As butiques online entram na moda nos Estados Unidos
Matéria do Estadão de 15/05/07 demonstrou que o consumidor perdeu o medo de comprar roupas sem experimentar na loja
Após 10 anos do nascimento do varejo online, o mercado de vestuário finalmente dá amplos sinais de crescimento. Só em 2006, a receita de saias, ternos e calçados chegou a US$ 18,3 bilhões, ultrapassando a de computadores, impressoras e programas processadores de texto, que somou US$ 17,2 bilhões, segundo o grupo Shop.org.
Sempre especulou-se que a transição da compra de vestuário de lojas fÃsicas para sites especializados seria complicada principalmente pelo hábito de provar a roupa. Porém algumas armas como a devolução liberal (quando o cliente não gostar da mercadoria pode enviar para a loja gratuitamente) e melhores ferramentas de navegação e interatividade aproximaram as experiências de compra on e offline. Hoje é possÃvel fazer looks diferentes ou até girar bolsas.
O mercado americano tem a vantagem da alta padronização e dos consumidores estarem habituados a comprar roupas por catálogo há mais de 50 anos, a Internet só digitalizou. Já por aqui nada garante de calça 40 de uma marca não seja 36 de outra. Mesmo assim acredito que a venda de vestuário irá crescer rapidamente no varejo virtual brasileiro.
Mercado Livre comprado pela B2W (Submarino e Americanas.com)?
Hoje tive mais uma evidência que no mundo dos negócios as empresas digitais estão definitivamente na pauta do dia.
No caminho do trabalho troquei meus tradicionais podcats pela CBN e ouvi um comentário da analista econômica dizendo que o boato do dia da Bovespa era a possÃvel compra do Mercado Livre pela holding B2W formada pela fusão do Submarino com a Americanas.com
Me chamou atenção a notÃcia por 3 motivos:
- Se o boato se confirmar a B2W + Mercado Livre terão praticamente o monopólio do varejo on-line no Brasil em algumas categorias
- O fato de ser “o boato do dia” na bolsa de valores de São Paulo
- Esta notÃcia ter sido veiculada na “old fashion” CBN (sem ser perjorativo pois gosto muito da rádio)
É amigos, mais um sinal que o jogo mudou.
Propaganda é a solução para gravadoras?

A indústria da música, atropelada pela revolução digital, está experimentando diversas formas e modelos de negócio para sobreviver em um cenário de download ilegais crescentes.
Uma empresa chamada SpiralFrog lançará em dezembro um novo modelo de distribuição de músicas de forma legal na Internet, vai dar as músicas de graça!!??? Para conseguir a música que deseja basta o consumidor assistir/ouvir/ler a propaganda antes do inÃcio do download. Além disso, ele deverá acessar pelo menos uma vez por mês o site da SpiralFrog para que suas músicas não expirem.
Eu achei está iniciativa extramente interessante, pois passa pela lógica e pragmatismo de que hoje milhares de consumidores fazem downloads ilegais todos os dias e com certeza esta imensa audiência interessa a grandes anunciantes.
que tal uma maozinha na hora da busca?

O cada vez mais competitivo mercado de buscas on-line está sempre buscando inovar na tentativa de virar o próximo Google. Nas minhas andanças pela Net encontrei uma solução bastante engenhosa, o nome é ChaCha.com
É um site de busca que permite que você utilize o suporte de um ser humano em tempo real através de um chat para te ajudar a encontrar o que procura. Fiz alguns testes e achei o resultado interessante, confiram.
iFound irá cobrir o Shop.org, maior evento de e-commerce do mundo
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Acontece entre 10 e 13 de outubro o Annual Summit do Shop.org, maior evento sobre e-commerce e marketing de ativação on-line do mundo. Neste evento serão discutidos casos dos maiores players mundiais como Amazon, Ebay, REI, Gap.com, HomeDepot.com, BestBuy entre outros.
Eu faço parte da caravana brasileira liderada pelo Rafael Payão e que é composta por um time de feras: André Shinohara – Submarino, André Prado – Terra, Eduardo Castro – Sacks, Flávio Dias – Magazine Luiza, Jonas Ferreira – Pernambucanas, Marcelo Lobianco - Abril, Marcelo Plaza – Ripley (Chile) e Mário Goldberg – Arezzo.
A partir de 10 de outubro estarei postando aqui o que de mais interessante estiver acontecendo no evento, acompanhem.
Confiram o e-mail de divulgação clicando aqui
YouTube tem 42,9% de market share
Direto da PC Magazine americana, este é a distribuição do market share dos sites focados na distribuição de vÃdeos on-line. É por isso que o YouTube foi avaliado em mais de US$1 bilhão










