New York Times troca receita de US$10 milhões pelo potencial da propaganda on-line
Matéria do Estadão desta semana é mais um exemplo do pujante momento que vive a propaganda on-line. O jornal New York Times decidiu liberar 100% do seu conteúdo abrindo mão de uma receita de assinatura que girava em US$10 milhões por ano.
Um dos motivos que levou a esta decisão foi a análise de tráfego que mostrou que a maioria dos leitores chegavam ao site através de buscadores ou links e não pelo acesso direto. Ou seja, grande parte das pessoas chegava e batia com a cara na porta, pois o conteúdo estava fechado.
O modelo de receita de conteúdo on-line baseado em publicidade envolvendo links patrocinados e mÃdia de display parece que está se consolidando como o que mais funciona na maioria dos casos. Fazer como que um consumidor pague para acessar um conteúdo na Internet é algo cada vez mais difÃcil.
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É muito estranho ler isso pois qdo trabalhava com web nós odiávamos estar restrito a receita por publicidade, e querÃamos muito cobrar por conteúdo e serviços. Agora o movimento é o oposto. Será que dá pra imaginar a publicidade como um serviço prestado ao leitor do site? Creio que sim, se bem praticado (vide Amazon).
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